Eu odeio embalagem digipack – mas acho elas bonitas – VÍDEO

Olá pessoas, tudo bem? E, cumprindo a promessa que fiz a mim mesmo, aqui está mais um vídeo do canal de música lá no Youtube. Esse é um tema que já estava planejado mesmo antes do canal começar. Eu sempre tive alguns problemas com embalagens digipack nos CDs da coleção, embora eu ache elas muito bonitas.

No vídeo eu mostro algumas embalagens digipack muito bonitas que tenho aqui na coleção, mostro a diferença entre o digipack e o Digisleeve e falo sobre os três pontos que me levam a ter um problema sério com esse tipo de embalagem.

Como sabem o canal é novo, ainda tem poucos vídeos, mas eu peço a vocês que se inscrevam e curtam os vídeos. Acima de tudo, gostaria de conversar com vocês que também gostam de colecionar música, seja vinil ou CD, ou que simplesmente gosta de bater um papo sobre esse universo tão bacana.

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Presidente veta Lei que daria isenção na importação de equipamento fotográfico para profissionais.

Alegria de fotógrafo dura pouco. A lei Orlando Brito, que foi batizada dessa forma para homenagear o fotógrafo que cobriu o dia a dia de Brasília, foi aprovada no Senado Federal em março desse ano e daria isenção de pagamento de impostos de importação para fotógrafos e cinegrafistas profissionais na compra de câmeras e acessórios. O limite da compra era de 50 mil reais e havia a imposição de que o equipamento alvo da aquisição não poderia estar disponível em território nacional.

A Lei era interessante de modo geral, mas tinha vários pontos que poderiam levantar dúvidas. Seria necessária uma regulamentação da Lei para sanar essas brechas, mas era algo que poderia ser uma ótima ferramenta para manter a atualização tecnológica do setor. Já estava pensando na possibilidade de comprar em lojas dos Estados Unidos e Europa que entregam no Brasil pagando o preço normal sem a necessidade de precisar pensar no cálculo dos impostos. Mas, o que era uma esperança acabou naufragando.

Nessa quinta-feira (05/05) o Presidente Bolsonaro vetou a Lei Orlando Brito. A justificativa apresentada para o veto foi a seguinte:

“A medida contrariaria ao interesse público, uma vez que a isenção de imposto de importação de produto abrangido pela Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) que não esteja grafado como Bens de Informática e Telecomunicações (BIT) e Bens de Capital (BK) e que não esteja amparado por outro mecanismo de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC) poderia constituir violação das regras do Mercosul, passível de contestação pelos Estados partes do bloco”. A nota também aponta que “Uma vez que instituiria o benefício fiscal de caráter não geral, sem apresentar a estimativa trienal do impacto para o exercício do início da vigência dos benefícios, e para os dois seguintes, e sem apresentar as medidas compensatórias necessárias, as metas e os objetivos que designariam o órgão gestor responsável por seu acompanhamento”.

Só lembrando que a grande maioria dos fotógrafos profissionais já compra o seu equipamento através do famoso contrabando, ou vocês acham que as câmeras e lentes à venda no Mercado Livre entram no Brasil de forma legalizada? O impacto para a arrecadação de impostos seria mínimo, já que os equipamentos que compramos na internet ou buscando diretamente nos países vizinhos (estou olhando para você Paraguai) já não pagam impostos. Estaríamos livres apenas das taxas dos atravessadores.

O setor de fotografia e vídeo sofreu muito com o governo atual. A disparada do dólar triplicou preços de câmeras, lentes e acessórios. Estamos presos a ferramentas que não são fabricadas em território nacional, o preço aumenta junto com a cotação do dólar e comprar legalmente acarreta uma quantidade abusiva e proibitiva de dinheiro pago em impostos. Infelizmente foi esperar demais que o governo ajudasse toda essa categoria.

Segundo o site Metropolis, “O fotojornalista Orlando Brito testemunhou a história política brasileira e acompanhou 15 presidentes da República, e as respectivas Cortes, quase cotidianamente desde 1964. Depois de complicações em uma cirurgia no intestino, Brito morreu aos 72 anos, no início de março deste ano.”

Fonte:  Metropolis 

Fotógrafo é acusado de cobrar mais caro de modelos plus size.

O caso não é novo, na realidade aconteceu em março, mas alguns outros fatos aconteceram essa semana e cabe aqui contar essa história. Acho que todo mundo sabe que as modelos plus size finalmente encontraram o seu lugar ao sol no mundo da moda. Antes encarado como uma novidade no sistema, agora é natural e existem até agências especializadas em modelos com curvas mais salientes. Também gosto de lembrar que o mundo das modelos plus size, embora seja voltado para pessoas com manequim mais avantajado, segue as mesmas normas excludentes do mundo das modelos magrinhas. Não é qualquer gordinha que pode ser modelo. Existem normas e métricas para você se enquadrar como uma modelo de sucesso.

A história aqui começou em março quando a agente de modelos Megan Mesveskas entrou em contato com o fotógrafo William Lords de Nova Iorque (famoso pelos seus ensaios para modelos iniciantes) para fazer o portfólio de algumas das modelos de sua agência. Megan também já tinha sido modelo e trabalhou no mercado Plus Size por 8 anos. Ela recebeu o orçamento de William e ficou chocada ao perceber que o valor para fotografar modelos normais era de US$ 950,00 e que para modelos plus size o valor era de US$ 1.050,00. Ou seja, uma diferença de 100 dólares. Como toda pessoa normal na atualidade, em vez de perguntar o motivo da diferença, Megan preferiu bradar sobre preconceito nas redes sociais citando o nome do fotógrafo.

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O 5 melhores sensores em câmeras fotográficas

Desenvolvimento tecnológico na produção de câmeras fotográficas é uma constante dentro dessa indústria. Afinal, é isso que faz um consumidor trocar o seu equipamento antigo por um mais novo. Aliás, um fato que tornou a indústria fotográfica grande é depender de vendas constantes. Em 1980 uma câmera fotográfica mecânica poderia durar décadas na mão se um usuário cuidadoso. As digitais também possuem grande durabilidade, mas o fato de as resoluções dos sensores aumentarem ano a ano no começo da fotografia digital, levava os consumidores a trocarem de câmera sempre que havia uma melhora na resolução. A grande maioria das pessoas pensava que esse era um fator que influenciava na qualidade de imagem. Hoje a Guerra dos Megapixels acabou, então os fabricantes tentam manter em alta a venda de câmeras com desenvolvimento tecnológico.

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Burger King é processado por fotos enganosas

Essa é uma discussão antiga no mundo da fotografia de alimentos. Devemos tratar o alimento como um produto publicitário ou apenas como comida? Existe a fotografia de alimento feita em grandes estúdios especializados onde tudo é falso. Normalmente tudo é fotografado separado e depois montado no Photoshop pela pessoa que vai construir a propaganda. Tudo é falso ou montado com produtos que inviabilizam o consumo do alimento posteriormente, pois a comida vai ficar um bom tempo ali na mesa até que a luz seja acertada e várias experiências sejam feitas. Exemplos clássicos: a garrafa de cerveja gelada que é banhada de verniz fosco transparente e com gotículas de glicerina (essa eu ensino para meus alunos) e o prato de granola com leite onde o leite, na verdade, é cola branca para a granola e frutas ficarem bem fixadas na parte de cima.

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